Eu e minha família serviremos ao Senhor!


Josué 24.15 (NTLH) “Mas, se vocês não querem ser servos do Senhor, decidam hoje a quem vão servir. Resolvam se vão servir os deuses que os seus antepassados adoravam na terra da Mesopotâmia ou os deuses dos amorreus, na terra de quem vocês estão morando agora. Porém eu e a minha família serviremos a Deus, o Senhor.”

ESSA É UMA DECLARAÇÃO QUE TODOS CRISTÃOS GOSTARIAM DE AFIRMAR

  • Uma família 100% cristã servindo ao Senhor;
  • Um lar onde a presença de Deus é contínua e onde há paz;
  • Uma casa onde pais e filhos se unem para orar e adorar ao Senhor;
  • Uma família que adote princípios bíblicos na educação entre pais e filhos;
  • Uma família que não cede espaço para que satanás traga discórdia entre seus membros;
  • Uma família em que todos se respeitam, honram e colaboram pelo sucesso de todos.

Infelizmente esse não é o quadro para muitas pessoas. Algumas tendências globais mostram que o conceito sobre família sofreu inúmeras mutações, deixando de ser a constituição matrimonial de um homem com uma mulher e filhos. As pressões pelo fim do casamento são enormes em muitos países. O New York Times publicou em 16 de janeiro de 2005 uma pesquisa que revelou o seguinte:

51% das mulheres com idade adulta não possuíam esposo. O mesmo fenômeno ocorre na Inglaterra, onde há mais mulheres solteiras, divorciadas e viúvas do que casadas.

A mesma pesquisa revelou que nos anos 70 o número de mulheres casadas antes dos 30 anos era de 85%, as estatísticas atuais mostram que apenas 33% casam antes dos 30 anos.

A Revista Forbes Woman publicou em 2010 que 75% das mulheres que trabalham fora não se casariam com um homem desempregado. Do mesmo modo, 65% delas também não casariam se estivessem desempregadas. Para a maioria das mulheres a estabilidade financeira e emocional deve andar junta para que o casamento seja bem sucedido.

O Instituto Data Folha fez uma pesquisa recente para detectar o grau de importância que os brasileiros dão a determinadas áreas de suas vidas. A pesquisa revelou a dissociação entre família e casamento, conforme o grau de importância:

1º.    – 69% família;

2º.     – 65% estudo;

3º.    – 58% trabalho;

4º.    – 45% religião;

5º.    – 32% lazer;

6º.    – 31% casamento;

7º.    – 30% dinheiro.

Diante desses números e tantos outros que poderíamos citar, surgem três perguntas básicas:

1º.    Como está a sua família?

2º.    Como está o seu casamento?

3º.    Como estão os seus filhos?

Os problemas relacionados à família são inúmeros. Não pretendo falar sobre vida conjugal e suas nuances, visto que o casamento envolve inúmeros fatores, tais como: social; cultural; financeiro; religioso, etc. O amor apenas não sustenta um casamento por muito tempo, quanto surgem dificuldades. No mundo contemporâneo ama-se até que o dinheiro acabe – esse é o lema de muitos.

Pretendo falar um pouco sobre Pais e Filhos, trazer a reflexão dos senhores alguns pensamentos que retratam a nossa triste realidade. Os desastres cometidos no casamento refletem na vida dos filhos, trazendo graves consequências para a sociedade. Mas, esse não é o único problema. Existem famílias que, embora estejam vivendo sob o mesmo teto, não possuem a paz tal almejada e prometida aos que servem ao Senhor. Onde estão os problemas?

PERGUNTAS PARA OS PAIS?

Qual o grau de importância que você dá aos seus filhos? O que você considera como mais importante em sua vida? O cônjuge, os filhos ou seus interesses pessoais. A ausência do amor, da atenção dedicada aos filhos, poderá transformar seu filho em alguém inseguro ou alguém extremamente resistente e autossuficiente, nos dois casos o filho perderá os pais como referência para sua vida adulta;

Qual o valor que você dedica aos seus filhos? Assim como a ausência torna-se um problema para os filhos quando atingem a idade adulta, o mimo demasiado transforma a criança num ser egocêntrico, prepotente que pensa ser a única pessoa mais importante do mundo. Quando você não puder corresponder as suas expectativas, perderá seu filho, por achar que você tem a obrigação de dar-lhe tudo que pede;

Você gosta de comprar brigas em nome de seu filho? Esse é outro perigo porque causa a dependência emocional em seu filho. Você poderá transformá-la numa pessoa incapaz de tomar decisões quando for adulto, sempre que se ver numa situação conflituosa ele irá correr para a casa dos pais em busca de refugio;

Você sempre utiliza de violência para dominar seu filho? Não estou dizendo que a correção com a vara seja desnecessária, mas muitos pais exageram na dose. A violência irá gerar dois tipos de sentimento na criança – 1ª medo em reagir, ela irá sempre aceitar o que lhe impor, mesmo que não seja bom – 2º desejo de vingança e agressividade, filhos de pais violentos tendem a ser violentos com as pessoas e com suas famílias quando casam;

Você costuma flexibilizar e ser liberal na educação de seus filhos? A ausência de limites com receio de magoar o filho poderá transforma-lo num delinquente. Aprenda a dizer ‘não’ e ‘sim’ quando necessário, lembre-se: melhor ter um filho chorando em casa porque você disse um ‘não’, do que vê-lo morto ou sofrendo porque você não teve coragem de assumir seu papel de pai ou mãe.

QUAL A RESPOSTA BÍBLICA PARA QUE PAIS E FILHOS VIVAM EM HARMONIA?

Sempre que puder elogie as qualidades de seu cônjuge perante seus filhos, faça o mesmo com eles. Mostre-lhes a importância do reconhecimento pelas coisas boas que fazem, mas não deixe de cobrar responsabilidade e respeito. O Segredo para uma vida abençoada e próspero está no respeito mútuo que pais e filhos exercem uns para com os outros: “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra. E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” Efésios 4.1-4.

Tratem juntos e com sabedoria os seus conflitos familiares. Numa vida em família, na medida em que os filhos crescem, é natural que surjam conflitos. Se não houver diálogo e busca de solução, os conflitos irão crescer e distanciá-los cada vez mais, quando isso ocorre feridas são abertas e sempre haverá perdedores e vencedores. Davi demorou mais de 2 anos para rever e perdoar o seu filho Absalão, esse gesto provocou um desastre maior. Por não sentir o amor do pai, Absalão passou o odiá-lo até o dia em que tomou o seu trono, ainda que por um curto período (II Sm 14.21-24,28-32; II Sm 15.7-12).

Procure incentivar e valorizar a comunicação familiar. Uma família sob o temor de Deus busca a paz sempre. Falar abertamente sobre suas ideias e sentimentos ajudará no desenvolvimento familiar.

Repasse para seus filhos o sentimento de compromisso entre os membros familiares. Do mesmo modo que os pais sentem-se comprometidos pelo bem estar um do outros, devem demonstrar esse comprometimento com seus filhos: “Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele.” Pv 22.6 NTLH.

Dedique seu tempo e energia na construção de um relacionamento saudável. Haja com seus filhos de modo que eles sintam prazer em estar ao seu lado. Quantos pais que:

  • Não oram com seus filhos;
  • Não contam uma história para seus filhos;
  • Não caminham de mãos dadas num parque ou shopping;
  • Não conversam sobre futilidades com seus filhos;
  • Não param para ouvi-los contar suas aventuras diárias, etc.

Preserve as tradições familiares. Os almoços familiares, viagens de férias, festas de aniversários, dias festivos, pequenas lembranças, a participação da família nos cultos. Antigamente os pais tinham prazer em se dirigir a Igreja para o Culto Dominical ou nos Cultos familiares com seus filhos. Atualmente muitos pais enviam seus filhos para a igreja enquanto vão passear ou fazem o contrário, vem para a igreja e deixa o filho jogando game, na internet ou com amigos descrentes.

Alguns pais afirmam que não devem forçar a barra para trazer seu filho à igreja. Penso que esses pais não sabem nada sobre salvação e condenação eterna. O que está em jogo não é a ausência do seu filho ao culto, mas a vida eterna dele. Pense na condenação daqueles que não aceitarem a Cristo, seu filho poderá estar incluso no meio deles, como você se sente sabendo disso? Enquanto seu filho é pequeno é sua responsabilidade zelar e cuidar da alma dele, isso é amor!

CONCLUO ESSA MENSAGEM COM MAIS PERGUNTAS PARA OS PAIS

  • Como está sua comunicação com seus filhos?
  • Existe entendimento dos cônjuges quanto a educação dos filhos?
  • Quais são os pontos fortes que vocês devem valorizar em seus filhos?
  • Quais são os pontos fracos e vulneráveis que vocês precisam reforçar em seus filhos?
  • Em quais aspectos é possível melhorar o seu ambiente familiar?

Você sabe perdoar? Então comunique o teu perdão e demonstre seu amor e preocupação pela alma de teu filho.  Diga, profetize como Josué: “Eu e a minha família serviremos a Deus, o Senhor!

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