Pesquisa confirma: dinheiro não traz felicidade


1661305Segundo o Instituto Gallup World Pool o Brasil ocupa o 16º posto no ranking da felicidade. A pesquisa envolveu aproximadamente 148 mil pessoas ao redor do mundo, média de 1000 (mil) pessoas por País.  O índice brasileiro anterior era de 6,8 em 2010, agora é 7,1 demonstrando que a felicidade está subindo entre os brasileiros.

O estudo mostra que além da riqueza e saúde, outros indicadores contribuem para a promoção da felicidade. A América Latina aparece com sete países entre os 10 mais otimistas. A religião tem sido um fator predominante, além da relação familiar.

Pela ordem, os 10 países mais felizes são: Panamá, com mais de 85% respondendo positivamente: Paraguai; El Salvador; Venezuela; Trinidad; Tobago; Tailândia; Guatemala; Filipinas; Equador; Costa Rica.

Os países onde as pessoas possuem menor índice de emoções positivas vivem na rica ilha-Estado de Cingapura. Outros países ricos também ficaram, surpreendentemente, bem embaixo na lista. Alemanha e França empataram com a Somália em 47º lugar.

As colocações não tem nada a ver como Índice de Desenvolvimento Humano elaborado pelas Nações Unidas anualmente, que analisa expectativa de vida, nível de educação e renda per capita. Este é um paradoxo com sérias implicações neste campo relativamente novo e controverso chamado de “economia da felicidade”, que busca analisar o desempenho dos governos neste processo.

O estudo mostra que em algumas nações ricas a população é infeliz, uma clara demonstração que os bens materiais conquistas não estão suprindo as necessidades emotivas do povo. Segundo pastor Agnaldo Almeida “é impressionante observar nesse estudo que a felicidade não está relacionada diretamente a riqueza, isso prova a célebre frase: ‘O dinheiro não traz felicidade’”.

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Mulheres são felizes na igreja

Outro dado importante publicado pelo Instituto Barna de Pesquisas também mostra que as mulheres estão felizes com a religião. Elas se tornaram a espinha dorsal das igrejas evangélicas, sendo mais atuantes e voluntárias.

Muitas mulheres alcançaram posições de liderança nas igrejas que outrora eram ocupadas exclusivamente pelos homens. De acordo com a pesquisa 24% das mulheres entrevistadas responderam que suas igrejas não permitem que elas ocupem determinadas funções ministeriais, ao passo que 64% afirmaram que todas as funções pastores são permitidas em suas igrejas para as mulheres.

Abaixo publicamos um gráfico detalhado com as principais informações dessa pesquisa:

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