Eu irei te adorar, ó SENHOR Deus


Tu disseste: “Venha me adorar.” Eu respondo: “Eu irei te adorar, ó SENHOR Deus.” Salmos 27.8

QUAL A DIFERENÇA ENTRE LOUVOR E ADORAÇÃO?

Louvor: Deus age em nosso benefício e por isso o louvamos. Louvor é agradecer, elogiar, glorificar a Deus pelo que Ele fez, faz e fará em nossas vidas. O nosso louvor deve ter Cristo como foco principal, Ele é a razão do nosso louvor.

  • Podemos louvar a Deus por palavras, canções, arte, poesias, palmas, cantos ou instrumentos. O louvor é um meio que nos conduz a adoração.

Adoração: É algo extremamente pessoal e está associada ao nosso culto à Deus. Certo autor declarou: “A palavra adoração assim como outras palavras admiráveis como ‘graça’ e ‘amor’ podem ser mais facilmente experimentadas do que descritas.”

  • Adoração é uma atitude espiritual que a pessoa toma diante de Deus. Embora o louvor tenha como objetivo final a adoração, não são todas as pessoas que louvam que adoram ao Senhor em espírito e verdade.
  • Através da adoração tornamos real a presença de Deus em nossas vidas, esse é o principal objetivo de nossas reuniões de culto à Deus – a adoração.

 

O QUE ACONTECE QUANDO ADORAMOS AO SENHOR?

  • Vemos a glória de Deus. Isaias 6.1 “Eu vi o Senhor …”; Jó 42.4 “Eu te conhecia só de ouvir; mas agora os meus olhos te veem”;
  • Ouvimos a voz de Deus. 2.7, 11, 17, 29; 3.6, 12, 22 – “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Esse é o tipo de voz que somente aqueles que estão na sintonia do Espírito são capazes de ouvir.
  • Somos cheios do Espírito Santo. A adoração verdadeira nos coloca em contato direto com o Espírito de Deus, por Ele somos revestidos.
  • Somos transformados segundo a imagem de Cristo. Por que passamos horas no templo cantando, orando e ouvindo mensagens? Porque Deus deseja que O adoremos. Certo autor declarou que: “A adoração transforma o adorador na imagem do deus diante do qual ele se curva”.
  • Sentimos segurança enquanto adoramos. Salmos 42.1-2,11: Assim como o corço deseja as águas do ribeirão, assim também eu quero estar na tua presença, ó Deus! 2 Eu tenho sede de ti, o Deus vivo! Quando poderei ir adorar na tua presença? 11 Por que estou tão triste? Por que estou tão aflito? Eu porei a minha esperança em Deus e ainda o louvarei. Ele é o meu Salvador e o meu Deus.
  • Temos comunhão uns com os outros, somos uma família. Quando uma pessoa vai ao templo adorar com sinceridade, todas as diferenças são deixadas de lado e nos tornamos a família de cristo, membros de um só corpo – Cristo.
  • Somos santificados. Diante de Deus nós sentimos as culpas e falhas e desejamos ardentemente mudar as nossas vestes espirituais para uma vida em santidade. Isaias 6.5-7 – Então eu disse: – Ai de mim! Estou perdido! Pois os meus lábios são impuros, e moro no meio de um povo que também tem lábios impuros. E com os meus próprios olhos vi o Rei, o SENHOR Todo-Poderoso! 6 Aí um dos serafins voou para mim, segurando com uma tenaz uma brasa que havia tirado do altar. 7 Ele tocou a minha boca com a brasa e disse: – Agora que esta brasa tocou os seus lábios, as suas culpas estão tiradas, e os seus pecados estão perdoados.
  • A nossa visão é transformada. Deixamos de enxergar as coisas ao nosso redor sob o ponto de vista humano e passamos a ver as pessoas e coisas do ponto de visto divina. A. W. Tozer disse: “Torna-se mais desejável ser santo do que ser feliz”.
  • Somos despertados para a evangelização. O adorador deseja ser uma testemunha fiel à Cristo e anunciar as boas novas a todo momento. A adoração motiva a evangelização.
  • Despertamos em nós o desejo de alegrar a Deus. Os verdadeiros adoradores desejam agradar a Deus, eles buscam formas de adorá-Lo sem restrições e sem vaidades.

O QUE INTERROMPE A NOSSA ADORAÇÃO À DEUS?

  • Atitudes incoerentes. Caim teve a sua oferta rejeitada por Deus porque em seu coração havia ódio, maldade e inveja do seu irmão Abel. O Espírito de Deus conhece os nossos corações melhor que nós mesmos, qualquer sentimento negativo pode servir como empecilho a adoração.
  • As rotinas que se transformam em hábitos. No início da fé cristã tudo é novidade, a pessoa quer experimentar um pouco da cada coisa. Mas, com o passar do tempo a monotonia toma conta da sua vida e a vida cristã se torna mecânica, um hábito. A Igreja de Sardes o Senhor diz: “Vocês dizem que estão vivos, mas, de fato, estão mortos. 2 Acordem e fortaleçam aquilo que ainda está vivo, antes que morra completamente;” 3.1b, 2a.
  • Os pecados não confessados. Salmos 32.1, 3, 5: Feliz aquele cujas maldades Deus perdoa e cujos pecados ele apaga! 3 Enquanto não confessei o meu pecado, eu me cansava, chorando o dia inteiro. 5 Então eu te confessei o meu pecado e não escondi a minha maldade. Resolvi confessar tudo a ti, e tu perdoaste todos os meus pecados.
  • A preguiça e a negligência. A preguiça atinge a qualquer pessoa, mesmo os mais jovens, Isaias 40.30 – “Até os jovens se cansam, e os moços tropeçam e caem;” A preguiça é silenciosa e se infiltra aos poucos na vida do crente desapercebido. Do mesmo modo a negligência é contagiante, ela pode alcançar um adulto ou jovem e gera uma sensação de relaxamento e descompromisso afetando negativamente os motivados e comprometidos.
  • A teatralização e o tradicionalismo. O cristianismo é bipolar por sua natureza. As pessoas aprendem com o tempo que a simulação funciona na igreja, até os inocentes são atraídos por ela quando batem palmas, ajoelham, ficam em pé, levantam as mãos, etc. As vezes precisamos agir como crianças diante de Deus para que sejamos aceitos por Ele, I Pedro 2.1-2: Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas. 2 Sejam como criancinhas recém-nascidas, desejando sempre o puro leite espiritual, para que, bebendo dele, vocês possam crescer e ser salvos.

EU IREI TE ADORAR, Ó SENHOR DEUS

Qual é a adoração que Deus espera do seu povo? Eu creio que é a adoração que traz a presença de Deus em sua glória a vida do adorador. Essa presença se reflete revelando atributos que pertencem a Deus e a uma vida exemplar que mostre às pessoas que somos de Deus. O testemunho da mulher em Suném acerca de Elizeu, II Reis 4.9 – “Ela disse ao seu marido: – Tenho a certeza de que esse homem que vem sempre aqui é um santo homem de Deus.”

A adoração à Deus pela igreja é um simulacro da adoração eterna na Santa Cidade, convém que adoremos a Deus com toda intensidade até o grande dia em que estaremos para sempre com o Senhor. Apocalipse 22.3, 8-9: E não haverá na cidade nada que esteja debaixo da maldição de Deus. O trono de Deus e do Cordeiro estará na cidade, e os seus servos o adorarão. 8 Eu, João, ouvi e vi todas essas coisas. E, quando acabei de ouvir e ver, caí de joelhos aos pés do anjo que me mostrou essas coisas e ia adorá-lo. 9 Mas ele me disse: – Não faça isso! Pois eu sou servo de Deus, assim como são você e os seus irmãos, os profetas, e todas as pessoas que obedecem às palavras deste livro. Adore a Deus!

Louvor Adoracao Aula 3 de 3

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